Daqui a pouco isso vai estar cheio de pencil tests, fotos de produção e desculpas conceituais.
Por enquanto, se alguém souber me dizer como mexer nos templates do wordpress, eu ficaria obrigadíssimo.
Tô ruim com isso de blog. Horroroso.
Daqui a pouco isso vai estar cheio de pencil tests, fotos de produção e desculpas conceituais.
Por enquanto, se alguém souber me dizer como mexer nos templates do wordpress, eu ficaria obrigadíssimo.
Tô ruim com isso de blog. Horroroso.
E antes que alguém dê chilique: eu acredito no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na Comunhão dos Santos, na Remissão dos Pecados, na Ressurreição da Carne, na Vida Eterna e amém.
O que me permite fazer piada com Jesus Cristo tipo grandes amigos de infância que se cumprimentam com filhodaputa! e sonoros tapas nas costas. À la católico radical.
Isso aqui não é pra ofender ninguém. Vocês vão saber quando for.
Isso aqui é pra ser diário de produção de Seems Like Salvation, curta em animação que eu estou tentando engrenar faz anos. Em resumo, é sobre a Primeira Paróquia do Cristo Sintético, a igreja evangélica clubber, e o fim-do-mundo, como não podia deixar de ser.
O universo e os personagens da Paróquia foram criados em 2002. Na época, tudo que deu foram umas animações em flash e um blog de fofocas, que quase provocou meus primeiros processo judiciais e algumas surras.
Em 2003, eu fiz um primeiro roteiro. No ano seguinte, o texto ganhou um concurso – mas dinheiro, que é bom, nada.
Foi só em 2005 que, como bom filme brasileiro que é, Seems Like Salvation passou a envolver financiamento público. Alguns milhares aí, captados via leis de incentivo da província.
Por incríveis coincidências, nessa mesma época eu sai pro mestrado, e a Paróquia foi pra geladeira. Só em Julho do ano passado voltamos a nos encontrar.
Mas tá complicado, viu? Depois de meses escrevendo artigos científicos e fichamentos, desaprendi totalmente como se anima. Pra vocês terem uma idéia, o header aí de cima (versão de um antigo) me consumiu umas boas cinco horas debruçado no tablet. Imagina se fosse a 24 fps!
Não que ninguém tenha nada a ver com meu ritmo de trabalho. Aliás, minha falta de escrúpulos me torna invulnerável às piadinhas sobre desvio de verbas, essa instituição cinematográfica. O filme vai estar pronto quando estiver pronto, não se preocupem.
Isso aqui é menos para me expor ao escrutínio público do que para fazer vocês ouvirem as minhas desculpas.
No meio da produção cultural, eles chamam isso de relatório de trabalho.